Seguem em anexo:
-Informações para o público que vai assistir ao 37º Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1 no autódromo de Interlagos (inclui 'Como chegar');
Castilho de Andrade
Diretor de Imprensa do GP Brasil de Fórmula 1
Marilia Frias
Diretora Adjunta de Imprensa do GP Brasil de Fórmula 1
2008_GP_Brasil_Programacao.pdf
2008_GP_Brasil_Informações_ao_Público.pdf
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Um domingo de arrepiar Por Castilho de Andrade
Interlagos está pronto para mais uma decisão da Fórmula 1, a quarta seguida. Só que, desta vez, um piloto brasileiro – Felipe Massa – está envolvido na disputa. E isso bastou para tornar o clima ainda mais elétrico e acirrado. De um lado, Lewis Hamilton, britânico, 23 anos, da McLaren/Mercedes, vestindo macacão branco. Do outro, Felipe Massa, 27 anos, da Ferrari, vestindo macacão vermelho. Hamilton leva 7 pontos de vantagem sobre Massa, 94 a 87.
Juntos, Hamilton e Massa venceram mais da metade das corridas do ano. Cada um ganhou cinco provas. Hamilton cravou mais poles: 7 a 5 e subiu ao pódio 10 vezes contra 9 de Massa. O brasileiro, entretanto, assinalou a volta mais rápida em duas corridas contra uma de Hamilton. Massa completou 299 voltas na liderança enquanto Hamilton andou 294 voltas na frente. Como se vê, o equilíbrio marcou a disputa entre os dois pilotos até em algumas falhas cometidas ao longo da temporada. A McLaren errou menos, daí a vantagem cômoda que assegura a Hamilton a condição de favorito ao título.
Massa tem chances? Tem. Primeiro depende de um bom trabalho da Ferrari, assegurando a primeira fila no treino de sábado e mantendo a dupla de pilotos na frente até o final. Fazendo a dobradinha – Massa/Raikkönen – a equipe terá então que torcer para a Renault, BMW/Sauber, Toyota, etc. colocarem seus carros entre os da Ferrari e os da McLaren. Não é fácil mas não é impossível. Convém recordar que a Ferrari disputa o Mundial de Construtores que lidera com 156 pontos contra 145 da McLaren.
O último encontro oficial entre as equipes da Fórmula 1 em Interlagos poderá dirimir as dúvidas que persistem sobre a temporada de 2009. A questão envolve quatro pilotos brasileiros. Rubinho Barrichello ainda não renovou seu contrato com a Honda que, por sua vez, já marcou um teste para Bruno Senna na segunda metade de novembro. Do lado da Renault não se sabe ainda quem pilotará para a escuderia. Tudo leva a crer que Fernando Alonso permanecerá já que Ferrari, McLaren e BMW/Sauber estão com as equipes fechadas para o ano que vem. Nelsinho Piquet, todavia, ainda é dúvida e circulam informações segundo as quais a equipe francesa poderia dar uma oportunidade para Lucas Di Grassi, piloto de testes. Neste caso, Nelsinho poderia ser cedido a outra equipe como a Toro Rosso. Ou, talvez, o próprio Di Grassi poderia ser emprestado para a Toro Rosso enquanto Nelsinho seria mantido na Renault. O GP do Brasil marcará também a despedida do escocês David Coulthard que iniciou a carreira em 1994 e soma 13 vitórias na Fórmula 1.
Entre as autoridades internacionais que confirmaram presença na corrida, um dos destaques é a britânica Tessa Jowell, ministra da Olimpíada de Londres (2012), que vem ao Brasil para conhecer o GP do Brasil (considerado o evento mais organizado de 2006) e para dar suporte ao piloto Lewis Hamilton. Em Interlagos, além de visitar todas as dependências do autódromo e acompanhar o trabalho da organização também deverá se encontrar com o prefeito Gilberto Kassab, o ministro do esporte Orlando Silva e Bernie Ecclestone.
Castilho de Andrade é Diretor de Imprensa do GP Brasil de Fórmula 1
GP Brasil
Juntos, Hamilton e Massa venceram mais da metade das corridas do ano. Cada um ganhou cinco provas. Hamilton cravou mais poles: 7 a 5 e subiu ao pódio 10 vezes contra 9 de Massa. O brasileiro, entretanto, assinalou a volta mais rápida em duas corridas contra uma de Hamilton. Massa completou 299 voltas na liderança enquanto Hamilton andou 294 voltas na frente. Como se vê, o equilíbrio marcou a disputa entre os dois pilotos até em algumas falhas cometidas ao longo da temporada. A McLaren errou menos, daí a vantagem cômoda que assegura a Hamilton a condição de favorito ao título.
Massa tem chances? Tem. Primeiro depende de um bom trabalho da Ferrari, assegurando a primeira fila no treino de sábado e mantendo a dupla de pilotos na frente até o final. Fazendo a dobradinha – Massa/Raikkönen – a equipe terá então que torcer para a Renault, BMW/Sauber, Toyota, etc. colocarem seus carros entre os da Ferrari e os da McLaren. Não é fácil mas não é impossível. Convém recordar que a Ferrari disputa o Mundial de Construtores que lidera com 156 pontos contra 145 da McLaren.
O último encontro oficial entre as equipes da Fórmula 1 em Interlagos poderá dirimir as dúvidas que persistem sobre a temporada de 2009. A questão envolve quatro pilotos brasileiros. Rubinho Barrichello ainda não renovou seu contrato com a Honda que, por sua vez, já marcou um teste para Bruno Senna na segunda metade de novembro. Do lado da Renault não se sabe ainda quem pilotará para a escuderia. Tudo leva a crer que Fernando Alonso permanecerá já que Ferrari, McLaren e BMW/Sauber estão com as equipes fechadas para o ano que vem. Nelsinho Piquet, todavia, ainda é dúvida e circulam informações segundo as quais a equipe francesa poderia dar uma oportunidade para Lucas Di Grassi, piloto de testes. Neste caso, Nelsinho poderia ser cedido a outra equipe como a Toro Rosso. Ou, talvez, o próprio Di Grassi poderia ser emprestado para a Toro Rosso enquanto Nelsinho seria mantido na Renault. O GP do Brasil marcará também a despedida do escocês David Coulthard que iniciou a carreira em 1994 e soma 13 vitórias na Fórmula 1.
Entre as autoridades internacionais que confirmaram presença na corrida, um dos destaques é a britânica Tessa Jowell, ministra da Olimpíada de Londres (2012), que vem ao Brasil para conhecer o GP do Brasil (considerado o evento mais organizado de 2006) e para dar suporte ao piloto Lewis Hamilton. Em Interlagos, além de visitar todas as dependências do autódromo e acompanhar o trabalho da organização também deverá se encontrar com o prefeito Gilberto Kassab, o ministro do esporte Orlando Silva e Bernie Ecclestone.
Castilho de Andrade é Diretor de Imprensa do GP Brasil de Fórmula 1
GP Brasil
segunda-feira, 27 de outubro de 2008
Mesmo prejudicado, Massa “perdoa” erros da Ferrari
F1

Precisando de uma virada histórica sobre Lewis Hamilton no GP Brasil para ficar com o título da temporada 2008 de Fórmula 1, Felipe Massa poderia estar em uma situação bem mais confortável não fossem as falhas da Ferrari. Em pelo menos duas ocasiões (Hungria e Cingapura), o brasileiro perdeu vitórias certas por conta de erros da equipe, que, caso não ocorressem, poderiam fazê-lo chegar a Interlagos já consagrado como o novo campeão do mundo.
Entretanto, Felipe garante entender o lado da escuderia de Maranello, que deixou seu motor estourar nas voltas finais em Budapeste e o liberou dos boxes antecipadamente em Cingapura. “Somos uma equipe. E não sou eu quem vou apontar falhas de ninguém, pois todo mundo tem o direito de errar”, discursou o piloto, durante visita a uma escola pública de São Paulo nesta segunda-feira (27/10). “Nós ganhamos e perdemos juntos”, emendou.
Ao todo, Massa não marcou pontos em cinco das 17 etapas já realizadas (Austrália, Malásia, Inglaterra, Hungria e Cingapura). Líder do Mundial e favorito à conquista do título no próximo domingo, Hamilton saiu de mãos abanando em quatro oportunidades (Bahrein, Canadá, França e Japão). “O esporte é assim mesmo. Nossa equipe trabalha dia e noite para estar 100%, mas infelizmente as coisas acabam não dando certo algumas vezes”, lamentou.
Precisando de sorte, além de um desempenho primoroso no próximo domingo, Felipe garante que não se preocupa com os compromissos de patrocinadores às vésperas do GP Brasil. “Estar aqui ajudando nesta campanha de incentivo à leitura é maravilhoso. Encontrar esse monte de crianças só me ajuda, me dá uma força muito grande. Os outros compromissos com patrocinadores são mais tranqüilos”, assegurou.

Precisando de uma virada histórica sobre Lewis Hamilton no GP Brasil para ficar com o título da temporada 2008 de Fórmula 1, Felipe Massa poderia estar em uma situação bem mais confortável não fossem as falhas da Ferrari. Em pelo menos duas ocasiões (Hungria e Cingapura), o brasileiro perdeu vitórias certas por conta de erros da equipe, que, caso não ocorressem, poderiam fazê-lo chegar a Interlagos já consagrado como o novo campeão do mundo.
Entretanto, Felipe garante entender o lado da escuderia de Maranello, que deixou seu motor estourar nas voltas finais em Budapeste e o liberou dos boxes antecipadamente em Cingapura. “Somos uma equipe. E não sou eu quem vou apontar falhas de ninguém, pois todo mundo tem o direito de errar”, discursou o piloto, durante visita a uma escola pública de São Paulo nesta segunda-feira (27/10). “Nós ganhamos e perdemos juntos”, emendou.
Ao todo, Massa não marcou pontos em cinco das 17 etapas já realizadas (Austrália, Malásia, Inglaterra, Hungria e Cingapura). Líder do Mundial e favorito à conquista do título no próximo domingo, Hamilton saiu de mãos abanando em quatro oportunidades (Bahrein, Canadá, França e Japão). “O esporte é assim mesmo. Nossa equipe trabalha dia e noite para estar 100%, mas infelizmente as coisas acabam não dando certo algumas vezes”, lamentou.
Precisando de sorte, além de um desempenho primoroso no próximo domingo, Felipe garante que não se preocupa com os compromissos de patrocinadores às vésperas do GP Brasil. “Estar aqui ajudando nesta campanha de incentivo à leitura é maravilhoso. Encontrar esse monte de crianças só me ajuda, me dá uma força muito grande. Os outros compromissos com patrocinadores são mais tranqüilos”, assegurou.
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